Mostrando postagens com marcador MENSAGENS DE PAZ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MENSAGENS DE PAZ. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Vozes experientes e novos talentos juntos pela paz no Programa Silvio Brito em Família




Queremos Paz no Planeta chega à TV Rede Vida no Programa Silvio Brito em Família

O projeto “Queremos Paz no Planeta”, que emocionou o público no Memorial da América Latina em novembro, segue ampliando sua mensagem de união, música e esperança. Neste sábado, 03 de janeiro, às 21h30, parte do elenco do show participa do Programa Silvio Brito em Família, exibido pela TV Rede Vida, em uma noite que promete muitas emoções.

A presença do projeto no programa reforça a força da arte como instrumento de diálogo e transformação social. Participam desta edição especial o renomado pianista Adylson Godoy, as cantoras Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, além do Coral Infantil Maestrina Miriam de Moura, acompanhado por seus regentes, a Maestrina Marli Ferrari e o Maestro Marcelo Faraldo Recski.

Conhecido por valorizar a música brasileira, os encontros familiares e as histórias que tocam o coração, o Programa Silvio Brito em Família será o cenário perfeito para reviver o espírito do espetáculo “Queremos Paz no Planeta”. O público poderá conferir performances emocionantes, depoimentos inspiradores e a sensibilidade de artistas que colocam a música a serviço de uma causa maior: a paz.

A participação do coral infantil merece destaque especial. Símbolo de esperança e futuro, as vozes das crianças traduzem com pureza a mensagem central do projeto, mostrando que a construção de um mundo mais pacífico começa desde cedo, pela educação, pela cultura e pela arte.
Onde assistir ao Programa Silvio Brito em Família

📺 TV Rede Vida – sábado (03/01), às 21h30

Algar: Canal 12 (SD) | 197 (HD) | 713 (DTH)
Claro TV: Canal 17 (SD) | 517 (HD)
GVT: Canal 243
NET: Canal 193 (SD) | 693 (HD)
TV Oi: Canal 16
SKY: Canal 6
Vivo TV: Canal 29

Será uma noite para se emocionar, reunir a família e celebrar a música brasileira com propósito.
Assista, vale muito a pena! 💛🎶

😍 Serão muitas emoções!

#QueremosPazNoPlaneta #SilvioBritoEmFamília #MúsicaPelaPaz #ArteQueTransforma
@silviobritoemfamilia @silviobritooficial @cantora_claudya @mariaclaramascellani @adylsongodoy @marcelofaraldorecski @marli_ferrari_p








quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Sabedorias africanas sobre harmonia e comunidade



    O continente africano guarda uma diversidade cultural e espiritual imensa, com tradições que nos ensinam muito sobre harmonia, paz e comunidade. Em muitas dessas culturas, a paz não é apenas ausência de conflito, mas a presença de relações equilibradas e de um profundo senso de pertencimento coletivo.
 
🌱 O princípio do Ubuntu

    Talvez uma das filosofias africanas mais conhecidas seja o Ubuntu, termo originário das línguas zulu e xhosa, que significa: “Eu sou porque nós somos.”
Essa visão nos lembra que a verdadeira paz nasce quando reconhecemos que nossa existência está interligada à dos outros. O bem-estar individual só é possível se o coletivo também estiver em equilíbrio.
 
🌱 Respeito aos anciãos e aos ancestrais

    Nas tradições africanas, os mais velhos têm um papel essencial como guardiões da sabedoria e mediadores de conflitos. O respeito aos ancestrais e a escuta dos mais experientes fortalece os laços sociais e promove uma convivência mais pacífica.
 
🌱 A importância da comunidade

  Enquanto nas sociedades ocidentais muitas vezes prevalece a lógica da competição e do individualismo, em muitas culturas africanas a cooperação é o centro da vida social. Cultivar juntos, partilhar alimentos e cuidar das crianças de forma coletiva são exemplos de práticas que reforçam a solidariedade e a paz.
 
🌱 Espiritualidade e equilíbrio

    A relação com a espiritualidade também está diretamente ligada à harmonia. Muitos povos africanos entendem que a paz se mantém quando há equilíbrio entre o visível e o invisível, entre o material e o espiritual. Rituais, músicas e danças são formas de restabelecer essa energia.

    A sabedoria africana nos convida a refletir: como podemos viver de forma mais comunitária, solidária e respeitosa?

    Talvez a resposta esteja em olhar para além de nós mesmos e compreender que a paz se constrói, sobretudo, no cuidado mútuo.

✨ Como diz um provérbio africano: “Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se você quer ir longe, vá acompanhado.”

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

UPARS visita o Instituto Foganholi para falar de PAZ e conhece a Terapia Xamânica




    No dia 28 de agosto, a União Paulista de Artistas Seniores (UPARS) esteve presente no Instituto Foganholi, em Suzano (SP), para acompanhar a implantação da Terapia Xamânica, prática que tem como objetivo promover autoconhecimento, equilíbrio emocional e bem-estar espiritual. A visita reuniu profissionais da saúde integrativa, artistas e representantes da cultura de paz, que puderam vivenciar e compreender de perto a proposta desta nova abordagem terapêutica oferecida pela clínica.

A Terapia Xamânica


    Conduzida pelos Pajés Denilza Kaimbé e Joel Kariú Kariri, a terapia resgata saberes ancestrais dos povos originários, aliando rituais, cânticos, instrumentos de poder e elementos da natureza para auxiliar no processo de cura interior. O método valoriza a conexão entre corpo, mente e espírito, proporcionando ao participante uma experiência de profunda introspecção e reconexão com suas próprias energias.

    Segundo os pajés, o xamanismo não é apenas uma prática ritualística, mas também uma forma de vida que ensina respeito à natureza, fortalecimento da identidade e busca da paz interior como caminho para a paz coletiva.

 



O trabalho do Dr. Carlos Foganholi


    À frente do Instituto, o Dr. Carlos Foganholi vem se destacando por integrar técnicas modernas de saúde com práticas ancestrais de cura. Médico e estudioso de terapias alternativas, ele defende que a verdadeira medicina é aquela que considera o ser humano em sua totalidade – corpo, mente e espírito.

    Em entrevista, Dr. Foganholi destacou que a inclusão da terapia xamânica na clínica amplia as possibilidades de atendimento, oferecendo aos pacientes novas formas de autoconhecimento e fortalecimento emocional. Para ele, unir ciência e espiritualidade é um passo importante na construção de uma sociedade mais equilibrada e saudável.





A visão dos Pajés sobre a paz


    Durante a visita, os pajés Denilza Kaimbé e Joel Kariú Kariri também falaram sobre a importância da paz em suas culturas. Ambos ressaltaram que a paz começa dentro de cada indivíduo e se expande para a coletividade. “Quando o coração está em harmonia, a vida se transforma, e isso reflete no mundo ao nosso redor”, disse Denilza. Já Joel destacou que a espiritualidade indígena ensina a respeitar todas as formas de vida e que esse respeito é a base para uma convivência pacífica entre os povos.


Projeto Queremos Paz no Planeta


    A ação da UPARS no Instituto Foganholi integra o Projeto Queremos Paz no Planeta, que culminará em um grande espetáculo no dia 07 de novembro de 2025, no Memorial da América Latina. O evento reunirá orquestra sob regência do Maestro Amilson Godoy, coral infanto-juvenil regido pelo Maestro Marcelo Rescki, além de intérpretes renomados como Claudya, Silvio Brito, Filó Machado, e músicos consagrados como o pianista Adylson Godoy, o violinista Marcus Viana, entre outros.

 
Serviço – Instituto Foganhóli

📍 Endereço: Rua Dr. Prudente de Moraes, 213 – Centro, Suzano – SP
🌐 Site: https://institutofoganholi.com.br
📧 E-mail: contato@institutofoganholi.com.br
📞 Telefone/WhatsApp: (11) 94740-5190

As pessoas interessadas em conhecer e participar da Terapia Xamânica podem entrar em contato diretamente com o Instituto e agendar sua experiência.


Assista o nosso vídeo:


Reportagem: Claudia Souza - MTB 50644/SP
Imagens: Gutemberg Bispo Gomes e Gilberto Candido

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Como educar crianças para a paz


   

    Se quisermos construir um futuro mais justo e harmonioso, precisamos começar pela educação das crianças. Afinal, são elas que carregarão adiante os valores e práticas que moldarão as próximas gerações. Educar para a paz não significa apenas ensinar a evitar brigas ou conflitos, mas sim formar cidadãos conscientes, empáticos e preparados para conviver em sociedade de maneira respeitosa.

Ensinar pelo exemplo

    As crianças aprendem muito mais pelo que veem do que pelo que ouvem. Quando adultos demonstram respeito, tolerância e serenidade em suas atitudes diárias, estão transmitindo lições de paz de forma natural. Um lar em que o diálogo substitui os gritos e onde o afeto prevalece sobre a hostilidade já é um ambiente de educação para a paz.

Desenvolver empatia


    Uma das habilidades mais importantes é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Histórias, brincadeiras cooperativas e atividades em grupo ajudam a criança a compreender sentimentos alheios e a cultivar compaixão.

Valorizar a diversidade


    Ensinar desde cedo a respeitar diferentes culturas, religiões, etnias e formas de ser é fundamental para a construção de uma sociedade inclusiva. Mostrar que a diversidade é riqueza e não ameaça fortalece a convivência pacífica.

Resolver conflitos de forma construtiva


    Conflitos fazem parte da vida. O que faz diferença é a maneira como lidamos com eles. Orientar as crianças a dialogar, pedir desculpas, reconhecer erros e buscar soluções coletivas é prepará-las para uma vida adulta mais equilibrada.

Incentivar a cooperação


    Brincadeiras e atividades que exigem trabalho em equipe estimulam a solidariedade e a colaboração. Em vez de reforçar apenas a competição, é essencial valorizar o aprendizado de que juntos podemos mais.

    Educar para a paz é um processo contínuo que envolve família, escola e comunidade. Quando uma criança cresce em um ambiente que promove amor, respeito e diálogo, ela se torna um adulto mais preparado para contribuir com um mundo sem violência.


Como dizia Maria Montessori, educadora italiana: “Estabelecer a paz é tarefa da educação; todo o que a política pode fazer é nos manter fora da guerra.”


#queremospaznoplaneta #juntospelapaz #UPARS #astropontes #minc

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

O papel da Música e da Arte na Produção da Paz





   A paz não é construída apenas por tratados políticos ou discursos oficiais. Ela também nasce da cultura, da arte e da expressão criativa que unem as pessoas além das fronteiras, línguas e ideologias. Entre todas as formas de manifestação humana, a música e a arte sempre tiveram um papel central na promoção da paz.

    A música, em especial, tem a capacidade única de atravessar barreiras e tocar diretamente o coração. Em diferentes momentos da história, canções se transformaram em verdadeiros hinos de resistência e esperança. Letras que clamam por igualdade, liberdade e respeito inspiraram gerações a acreditar em um mundo melhor. Basta pensar em artistas que colocaram sua voz a serviço da paz, mostrando que a arte pode ser tão poderosa quanto qualquer discurso político.

    A arte visual também cumpre essa função transformadora. Pinturas, murais, esculturas e fotografias carregam mensagens de denúncia, de memória e de reconciliação. Muitas vezes, uma imagem pode comunicar a dor da guerra ou a beleza da fraternidade com mais impacto do que páginas inteiras de texto.

    Além de inspirar, a arte promove encontros. Projetos culturais em comunidades de conflito mostram que a criação artística pode servir como ponte de diálogo entre grupos antes inimigos. Ao pintar um mural, compor uma canção ou participar de uma peça de teatro, as pessoas descobrem que compartilham sonhos semelhantes — e que a cooperação é possível.

    Outro aspecto importante é que a música e a arte nos lembram da nossa humanidade comum. Quando cantamos juntos, dançamos juntos ou contemplamos uma obra, deixamos de lado as diferenças superficiais e nos conectamos em algo maior.

    A arte não apenas embeleza o mundo: ela o transforma. Em tempos de ódio e divisão, ela se torna um grito silencioso por união e harmonia.

    Promover a paz também significa apoiar os artistas e reconhecer a força da cultura como ferramenta de transformação social. Afinal, como dizia o poeta alemão Bertolt Brecht: “Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes: a arte de viver em sociedade.”

A ONU e os esforços internacionais pela paz


  
    Quando falamos em paz mundial, um dos primeiros nomes que surgem é o da Organização das Nações Unidas (ONU). Criada em 1945, logo após a Segunda Guerra Mundial, a ONU nasceu justamente com o propósito de evitar novos conflitos de grandes proporções e de promover o diálogo entre as nações.

    Desde então, a instituição tem atuado em diversas frentes para prevenir guerras, mediar crises e proteger populações vulneráveis. Um dos instrumentos mais conhecidos são as missões de paz, compostas por capacetes azuis enviados a regiões de conflito para garantir segurança, apoiar processos de reconstrução e facilitar negociações entre grupos rivais.

    Mas os esforços da ONU pela paz não se limitam à presença militar. A organização também trabalha:
  • Na diplomacia preventiva, tentando evitar que tensões se transformem em guerras.
  • Na promoção dos direitos humanos, reconhecendo que não pode haver paz onde há injustiça.
  • Na cooperação internacional, estimulando o desenvolvimento sustentável como base para sociedades mais justas.
  • Na educação para a paz, por meio da UNESCO e de campanhas globais de conscientização.

    A ONU também instituiu o Dia Internacional da Paz, celebrado em 21 de setembro, como um chamado mundial à reflexão e à ação pela cultura da não-violência. Nesse dia, líderes e cidadãos de todo o planeta são convidados a renovar o compromisso de construir um mundo mais pacífico.

    É verdade que a ONU enfrenta críticas e desafios. Muitas vezes, suas ações são limitadas pelos interesses políticos e econômicos das grandes potências. Ainda assim, sua existência representa um avanço histórico: pela primeira vez, os países do mundo reconheceram que a cooperação e o diálogo são as melhores ferramentas para garantir um futuro comum.

    A paz mundial pode parecer um objetivo distante, mas cada passo dado em direção ao entendimento entre as nações tem valor incalculável. Como lembrava o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan:
“A paz é mais do que a ausência de guerra. É viver juntos com nossas diferenças — de religião, de etnia, de idioma ou de cultura — e ainda assim respeitar e cuidar uns dos outros.”

    A ONU nos mostra que, apesar das dificuldades, sempre há espaço para a negociação, a cooperação e a esperança de um mundo melhor.

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Meditação e mindfulness como ferramentas de paz

    


    Vivemos em uma era de excessos: excesso de informação, de estímulos, de preocupações e de pressões diárias. Nesse cenário, encontrar paz interior parece um desafio quase impossível. É justamente aí que a meditação e as práticas de mindfulness (atenção plena) se tornam ferramentas preciosas para a construção de uma vida mais serena e equilibrada.

    A meditação é uma prática milenar presente em diversas tradições espirituais e filosóficas. Ela nos convida a silenciar a mente, observar os pensamentos e cultivar um estado de presença. Quando meditamos, treinamos nossa consciência para não se prender ao passado ou ao futuro, mas sim para experimentar plenamente o momento presente. Esse simples exercício reduz a ansiedade, melhora a concentração e fortalece a paz interior.
    
    O mindfulness, por sua vez, é uma forma de meditação aplicada ao cotidiano. Consiste em prestar atenção, de forma intencional e sem julgamentos, às experiências do momento presente: respirar, caminhar, comer, conversar, trabalhar. Ao praticar mindfulness, aprendemos a responder às situações da vida com calma e clareza, em vez de reagir impulsivamente.
    
    Diversos estudos científicos já comprovam os benefícios dessas práticas: redução do estresse, melhora do sono, aumento da empatia, fortalecimento do sistema imunológico e até maior equilíbrio emocional diante de crises. Não é à toa que empresas, escolas e hospitais ao redor do mundo vêm adotando a meditação e o mindfulness como aliados no bem-estar coletivo.

    Mas o ponto central é que essas práticas não beneficiam apenas o indivíduo. Uma pessoa mais consciente e serena contribui para relações mais harmoniosas e para ambientes mais pacíficos. Imagine o impacto se cada comunidade tivesse mais pessoas cultivando presença, empatia e equilíbrio interior.

    Portanto, meditar não é um luxo, nem algo reservado a monges ou espiritualistas. É uma prática acessível a todos, que pode ser feita alguns minutos por dia. Sentar-se em silêncio, respirar com atenção ou simplesmente caminhar observando cada passo já são formas de iniciar essa jornada.

    A paz que tanto desejamos para o mundo começa em nós. E a meditação e o mindfulness podem ser os primeiros passos nesse caminho de transformação.

domingo, 17 de agosto de 2025

A importância da paz interior para a construção da paz mundial


    Muito se fala sobre a necessidade de acabar com as guerras, reduzir a violência e construir um mundo mais justo. No entanto, um aspecto essencial muitas vezes é esquecido: a paz mundial começa dentro de cada indivíduo.

    A paz interior não é apenas um estado de tranquilidade momentânea, mas uma condição de equilíbrio emocional, mental e espiritual que nos permite agir de forma consciente e compassiva no mundo. Pessoas que cultivam essa serenidade tornam-se agentes naturais da paz, porque irradiam harmonia nas relações e influenciam positivamente as comunidades em que vivem.

    Quando alguém vive em constante agitação, raiva ou ressentimento, é mais fácil reproduzir atitudes de intolerância, preconceito ou agressividade. Mas quando encontramos paz em nosso coração, desenvolvemos maior capacidade de ouvir, compreender e respeitar o próximo. Isso fortalece laços de confiança e colaboração — a base de qualquer sociedade pacífica.

    Grandes líderes espirituais e pensadores já afirmavam que “não há mudança externa sem transformação interna”. É impossível exigir um planeta em paz se nós mesmos cultivamos rancor, egoísmo ou intolerância. A paz interior funciona como uma semente: quando germina dentro de nós, inspira outras pessoas a também buscarem esse estado de equilíbrio.

    Mas como alcançá-la? Algumas práticas podem ajudar:

  • Meditação e silêncio interior, que acalmam a mente.
  • Exercício da gratidão, que nos faz valorizar o que temos.
  • Prática do perdão, que liberta do peso das mágoas.
  • Contato com a natureza, que nos reconecta com a simplicidade da vida.


    Essas atitudes individuais podem parecer pequenas diante dos grandes conflitos globais. No entanto, se cada pessoa conseguir transformar seu espaço de convivência em um lugar de respeito e harmonia, o impacto coletivo será imenso.

    Construir a paz mundial é um sonho da humanidade. E esse sonho começa com um gesto simples: cuidar da nossa própria paz interior.

    Afinal, como lembra Dalai Lama: “A paz no mundo deve ser desenvolvida a partir da paz interior de cada indivíduo.”

O que realmente significa viver em paz?

    

Quando falamos em paz, muitas vezes a primeira imagem que nos vem à mente é a ausência de guerras ou de violência. Mas será que viver em paz significa apenas isso? A paz vai muito além daquilo que se vê nas manchetes dos jornais. Ela é, antes de tudo, um estado interior, uma forma de estar no mundo e de se relacionar com os outros.

    Viver em paz significa cultivar harmonia consigo mesmo e com o ambiente ao redor. É aprender a lidar com as dificuldades da vida sem permitir que elas dominem nossas emoções. É ter clareza de que os conflitos externos muitas vezes são reflexo de conflitos internos que ainda não aprendemos a resolver.

    Mahatma Gandhi dizia que “não existe caminho para a paz, a paz é o caminho”. Essa frase resume uma verdade profunda: a paz não é um ponto de chegada, mas um exercício contínuo. Ela se manifesta nas pequenas atitudes do dia a dia — quando escolhemos dialogar em vez de gritar, ouvir em vez de julgar, compreender em vez de condenar.

    No entanto, viver em paz não significa negar os problemas ou fingir que eles não existem. Pelo contrário: é reconhecer os desafios da vida, mas enfrentá-los com equilíbrio, empatia e sabedoria. A verdadeira paz não é ausência de dor, mas a capacidade de atravessá-la sem perder a serenidade.

    Também precisamos lembrar que a paz é coletiva. Não basta cultivar apenas a tranquilidade individual. A paz que buscamos deve se refletir nas relações familiares, comunitárias e sociais. Isso implica promover justiça, respeito e igualdade. Afinal, não existe paz verdadeira em meio à desigualdade e à exclusão.

    Portanto, viver em paz é um compromisso diário com o amor, o respeito e a empatia. É escolher plantar sementes de serenidade em cada gesto, em cada palavra, em cada decisão. É acreditar que, mesmo em um mundo marcado por conflitos, é possível construir harmonia se começarmos dentro de nós mesmos.

    E você? Já parou para refletir sobre o que significa paz na sua vida?



        

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

A Paz nas Pequenas Atitudes Diárias

    


    Vivemos tempos em que a palavra "paz" parece estar reservada para tratados internacionais ou grandes discursos políticos. Mas e se disséssemos que a paz começa em gestos simples, silenciosos e cotidianos? E se a verdadeira transformação do mundo estivesse nas atitudes que tomamos todos os dias, no modo como olhamos o outro, como reagimos às dificuldades, como escolhemos agir diante do caos?

    A paz, ao contrário do que muitos pensam, não é uma utopia distante. Ela está ao alcance de todos. Está no bom dia dado ao porteiro, no sorriso oferecido a um desconhecido, na paciência com uma criança inquieta ou com um idoso que precisa de mais tempo. Está em desligar o celular para ouvir com atenção alguém que precisa conversar. Está em respeitar o espaço do outro, mesmo quando estamos com pressa. Está em ceder, mesmo quando temos razão.

    Esses gestos podem parecer pequenos, quase invisíveis, mas são sementes. E toda semente carrega um potencial infinito. Ao cultivar a gentileza, o respeito, o perdão e a empatia no dia a dia, criamos um ambiente mais saudável ao nosso redor. Contagiamos os outros com atitudes positivas e quebramos, aos poucos, o ciclo da violência, da intolerância e da indiferença.

    Imagine um mundo em que todos se comprometessem a praticar pelo menos um ato de paz por dia.         
    Um elogio sincero em vez de uma crítica precipitada. Uma escuta verdadeira no lugar de julgamentos. Um gesto de ajuda, mesmo que não seja pedido. Com o tempo, essa cadeia de boas ações se multiplica. É como jogar uma pedra em um lago: as ondas se expandem, mesmo que não possamos ver onde elas terminam.

    A paz também está no modo como cuidamos de nós mesmos. Evitar o excesso de estresse, buscar o silêncio interior, meditar, respirar fundo diante da raiva, aprender a dizer “não” com amor e a colocar limites com firmeza e serenidade. Cuidar da mente e do coração é uma atitude de paz. Afinal, só quem está em paz consigo pode ser ponte para a paz no mundo.

    Não precisamos esperar por grandes líderes, revoluções ou milagres. Precisamos apenas assumir a responsabilidade pelas nossas ações. A paz é revolucionária justamente por ser simples. Ela é construída no chão da vida comum, nos corredores do trabalho, nas conversas em casa, nas redes sociais, no trânsito, nas filas, nas escolas, nos ônibus, nas calçadas.

    Quando cultivamos a paz nas pequenas atitudes diárias, ela deixa de ser um conceito abstrato e se torna prática. E essa prática, como toda arte, se aprimora com o tempo. Quanto mais a exercitamos, mais natural ela se torna. E quanto mais pessoas a praticam, mais forte ela fica.

    Se queremos um mundo em paz, precisamos começar por nós. Hoje. Agora. Na próxima conversa. No próximo conflito. No próximo gesto. A paz é feita de escolhas. E cada escolha nossa tem o poder de acender uma luz no meio da escuridão.

    Que tal ser essa luz?


"A paz não é um destino distante, mas uma escolha que fazemos todos os dias — no sorriso que oferecemos, na gentileza que praticamos, no silêncio que respeitamos. Que cada pequena atitude seja uma semente de serenidade."


#queremospaznoplaneta #juntospelapaz #paznomundo #upars

Apoiadores

Apoiadores